Agora em maio a maioria das séries americanas apresentou seus finais de temporada e The Vampire Diaries não fugiu à regra – com um season finale prometendo muito pra próxima temporada que fique bem claro. Aí, sendo eu um entusiasta de adaptações bem sucedidas da literatura pra sétima arte, ou a televisão nesse caso, fui atrás das obras originais em que a série é baseada.
A obra completa foi traduzida como “Diários de Vampiro” para o português por Ryta Vinagre, tradutora reconhecida no meio e responsável por outros trabalhos conhecidos como a própria Twilight Saga, e é dividida em 3 volumes assim como na versão original, sendo eles: O Despertar, O Confronto e A Fúria, por último. O desenrolar dos livros se dá de uma maneira original para a época em que foram publicados (1991), mas pouco se compara aos modelos de romances que temos hoje em dia; é notável a semelhança com a construção de personagens e conceitos místicos usados por Stephenie Meyer em Crepúsculo e seus descendentes, mas cada um com suas excentricidades. Claro que pela data de publicação dá pra saber qual se originou de qual, mas vale a pena ler ambos se o leitor se livrar completamente de julgamentos.
Visivelmente, e por aqui me refiro aos aspectos físicos dos personagens e cenários, a série de televisão se diferencia bastante da obra literária - para melhor ouso acrescentar. Personagens que não existem nos livros, trama muito mais bem intrincada e complexa dando o tom de mistério e aventura mais intensos, além de desviar das recentes histórias de vampiro logo nos primeiros episódios. Muitas dessas impressões podem não perdurar pelas próximas temporadas, mas pelo começo já tá valendo o esforço. Acredito que a história vá ganhar uma outra linha de evolução mais pra frente, pois nos livros, se assim for feita a comparação, o enredo é muito mais genérico e não tem tanto ‘pano pra manga’, somente o suficiente para dar origem aos três volumes de L. J. Smith.
Quando posto contra o sucesso meteórico de S. Meyer, algumas semelhanças não devem ser levadas em conta, afinal, ambas as histórias partem da mesma base, os mesmos mitos adaptados às preferências de seus autores. Os livros de Smith não apresentam tanta fluidez, nem têm tanta presença psicológica como os personagens de Meyer. A sequência de fatos afeta diretamente os personagens e as conseqüências são imediatas, simples assim. Quem já teve a oportunidade de ler algum livro da saga de Edward e Bella entende que todos os pensamentos são relatados e sentimentos quanto a tantos personagens da história, aprofundando mais o leitor no universo ficcional com riqueza de detalhes.
O diário, presente no título da coletânea dos livros e no nome da série de TV, aparece muito mais na leitura do que no roteiro de The Vampire Diaries, onde esteve presente nos primeiros episódios e depois foi esquecido ou omitido até a próxima temporada. Para o desenrolar dos livros, os diários são essenciais, aparecendo até a última página do último volume, já no seriado o rumo tomado possibilitou a ocultação dos registros de Elena sobre tudo que se passa em sua cabeça.
Se mistério, amor, aventura, sangue e sobrenaturalidade pertencem ao seu cardápio favorito de histórias, sinta-se a vontade e boa diversão com os livros, séries ou filmes do gênero.
Tá aí a dica e a deixa para embarcar nessas sequências de histórias fascinantes.
A obra completa foi traduzida como “Diários de Vampiro” para o português por Ryta Vinagre, tradutora reconhecida no meio e responsável por outros trabalhos conhecidos como a própria Twilight Saga, e é dividida em 3 volumes assim como na versão original, sendo eles: O Despertar, O Confronto e A Fúria, por último. O desenrolar dos livros se dá de uma maneira original para a época em que foram publicados (1991), mas pouco se compara aos modelos de romances que temos hoje em dia; é notável a semelhança com a construção de personagens e conceitos místicos usados por Stephenie Meyer em Crepúsculo e seus descendentes, mas cada um com suas excentricidades. Claro que pela data de publicação dá pra saber qual se originou de qual, mas vale a pena ler ambos se o leitor se livrar completamente de julgamentos.Visivelmente, e por aqui me refiro aos aspectos físicos dos personagens e cenários, a série de televisão se diferencia bastante da obra literária - para melhor ouso acrescentar. Personagens que não existem nos livros, trama muito mais bem intrincada e complexa dando o tom de mistério e aventura mais intensos, além de desviar das recentes histórias de vampiro logo nos primeiros episódios. Muitas dessas impressões podem não perdurar pelas próximas temporadas, mas pelo começo já tá valendo o esforço. Acredito que a história vá ganhar uma outra linha de evolução mais pra frente, pois nos livros, se assim for feita a comparação, o enredo é muito mais genérico e não tem tanto ‘pano pra manga’, somente o suficiente para dar origem aos três volumes de L. J. Smith.
Quando posto contra o sucesso meteórico de S. Meyer, algumas semelhanças não devem ser levadas em conta, afinal, ambas as histórias partem da mesma base, os mesmos mitos adaptados às preferências de seus autores. Os livros de Smith não apresentam tanta fluidez, nem têm tanta presença psicológica como os personagens de Meyer. A sequência de fatos afeta diretamente os personagens e as conseqüências são imediatas, simples assim. Quem já teve a oportunidade de ler algum livro da saga de Edward e Bella entende que todos os pensamentos são relatados e sentimentos quanto a tantos personagens da história, aprofundando mais o leitor no universo ficcional com riqueza de detalhes.
O diário, presente no título da coletânea dos livros e no nome da série de TV, aparece muito mais na leitura do que no roteiro de The Vampire Diaries, onde esteve presente nos primeiros episódios e depois foi esquecido ou omitido até a próxima temporada. Para o desenrolar dos livros, os diários são essenciais, aparecendo até a última página do último volume, já no seriado o rumo tomado possibilitou a ocultação dos registros de Elena sobre tudo que se passa em sua cabeça.
Se mistério, amor, aventura, sangue e sobrenaturalidade pertencem ao seu cardápio favorito de histórias, sinta-se a vontade e boa diversão com os livros, séries ou filmes do gênero.
Tá aí a dica e a deixa para embarcar nessas sequências de histórias fascinantes.
R. Lorenzi
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